Vida de rato é lixada...
Já tinha ouvido falar dos ratos de laboratório e de como não têm as vidas nada facilitadas.
Depois vieram os filmes com ratos, o “Por água abaixo” e o “Ratatouie” e inundaram o nosso imaginário com as vidinhas quotidianas dos nojentos ratos que infestam as nossas cidades, mas em qualquer dos casos os ratos também não tinham uma vida nada fácil. O que nos levava a pensar que se vida de cão já era tramada a vida de rato era muito mais lixada.
Até que ontem a minha Princesa me falou num outro rato. Um rato que, deixem que vos diga, não queria ter as funções dele por nada deste mundo.
Ontem, a caminho de casa ao fim do dia ela comentava comigo:
- Mãe, tenho um rato no estômago a fazer-me fome…
E durante todo o tempo, até à hora do jantar, ela foi contando o que o rato ia fazendo. Roía aqui, roía ali, mas sempre a trabalhar, causando-lhe imensa fome. Até que por fim, lá jantamos e eu pensei que o rato se tinha desvanecido, ou pelo menos entrado de folga até á hora da próxima refeição. Quando ela, já na cama, e após a oração da noite diz.
- Mãe, lembras-te daquele rato que andava no meu estômago?
- Sim, lembro-me…
- Pois, agora desceu para o intestino grosso e está-me a fazer fezes…
“Que vida lixada a desse rato!”- pensei eu… “Bem, só espero que ele lave as mãos a seguir a essa tarefa”, comentei eu enquanto afastava o edredão…
Depois vieram os filmes com ratos, o “Por água abaixo” e o “Ratatouie” e inundaram o nosso imaginário com as vidinhas quotidianas dos nojentos ratos que infestam as nossas cidades, mas em qualquer dos casos os ratos também não tinham uma vida nada fácil. O que nos levava a pensar que se vida de cão já era tramada a vida de rato era muito mais lixada.
Até que ontem a minha Princesa me falou num outro rato. Um rato que, deixem que vos diga, não queria ter as funções dele por nada deste mundo.
Ontem, a caminho de casa ao fim do dia ela comentava comigo:
- Mãe, tenho um rato no estômago a fazer-me fome…
E durante todo o tempo, até à hora do jantar, ela foi contando o que o rato ia fazendo. Roía aqui, roía ali, mas sempre a trabalhar, causando-lhe imensa fome. Até que por fim, lá jantamos e eu pensei que o rato se tinha desvanecido, ou pelo menos entrado de folga até á hora da próxima refeição. Quando ela, já na cama, e após a oração da noite diz.
- Mãe, lembras-te daquele rato que andava no meu estômago?
- Sim, lembro-me…
- Pois, agora desceu para o intestino grosso e está-me a fazer fezes…
“Que vida lixada a desse rato!”- pensei eu… “Bem, só espero que ele lave as mãos a seguir a essa tarefa”, comentei eu enquanto afastava o edredão…

1 Comments:
ehehehehehehehehe
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