A ilusão da mentira
“Comigo ele nunca, mas nunca bebeu vinho!”
Entre lágrimas ela desabafava que tinha encontrado o ex-namorado, a jantar com a nova namorada, a beber vinho. Ali estava ela em frente a mim a chorar porque o homem com quem ela tinha estado durante tanto tempo, afinal não existia.
Com ela ele nunca tinha bebido vinho… e tantas vezes tinham jantado juntos. Em casa, no restaurante, com amigos, sozinhos, e nunca ele tinha bebido vinho com ela…
Porque será que em todas as histórias de ex-namorados, há sempre uma séria de surpresas…
Será que eles não foram sinceros na nossa antiga história ou será que não estão a ser sinceros é com a nova história?
Faz-me pensar numa conversa que ouvi entre a minha filha e um colega de escola, sobre fazer batota ou não fazer batota. Ela explicava que era uma escolha dele. Que a vida é cheia de escolhas e fazer batota ou não, também é uma escolha. Que quando escolhemos fazer batota não estamos a estamos a escolher a sinceridade. Ela optava pela “não batota” porque era a mais sincera e a que menos magoava. Porque, dizia ela:
“Não estás a ser sincero sobretudo contigo, e quando um dia escolheres a sinceridade vais ver como te vais sentir muito melhor”
Escolher a sinceridade é a opção que menos magoa… e não é que ela tinha razão? Se uma criança de 8 anos consegue ver isso como é que nós adultos não conseguimos?
O mais certo é que um dia a nova namorada o encontre a beber água e pergunte: “mas desde quando ele bebe água? …Comigo ele nunca bebeu água?...”
E lá vão 2 pela falta de sinceridade…
Entre lágrimas ela desabafava que tinha encontrado o ex-namorado, a jantar com a nova namorada, a beber vinho. Ali estava ela em frente a mim a chorar porque o homem com quem ela tinha estado durante tanto tempo, afinal não existia.
Com ela ele nunca tinha bebido vinho… e tantas vezes tinham jantado juntos. Em casa, no restaurante, com amigos, sozinhos, e nunca ele tinha bebido vinho com ela…
Porque será que em todas as histórias de ex-namorados, há sempre uma séria de surpresas…
Será que eles não foram sinceros na nossa antiga história ou será que não estão a ser sinceros é com a nova história?
Faz-me pensar numa conversa que ouvi entre a minha filha e um colega de escola, sobre fazer batota ou não fazer batota. Ela explicava que era uma escolha dele. Que a vida é cheia de escolhas e fazer batota ou não, também é uma escolha. Que quando escolhemos fazer batota não estamos a estamos a escolher a sinceridade. Ela optava pela “não batota” porque era a mais sincera e a que menos magoava. Porque, dizia ela:
“Não estás a ser sincero sobretudo contigo, e quando um dia escolheres a sinceridade vais ver como te vais sentir muito melhor”
Escolher a sinceridade é a opção que menos magoa… e não é que ela tinha razão? Se uma criança de 8 anos consegue ver isso como é que nós adultos não conseguimos?
O mais certo é que um dia a nova namorada o encontre a beber água e pergunte: “mas desde quando ele bebe água? …Comigo ele nunca bebeu água?...”
E lá vão 2 pela falta de sinceridade…
