Pra mim... Brasil!
O Brasil é um país único no mundo. Não há outro país como o Brasil.
Não falo da beleza natural, não falo do samba nem das mulatas do carnaval, não falo da discrepância entre riqueza e pobreza... falo do insólito.
Não falo da beleza natural, não falo do samba nem das mulatas do carnaval, não falo da discrepância entre riqueza e pobreza... falo do insólito.
Estive a ler acerca do Marcola. O lider da mini-guerra que aconteceu em São Paulo.
Bem, parece que o grande lider Marcola decidiu terminar a guerra quando cederam na sua exigência: equipar a sua cela com um TV ecran plasma (para poder assistir ao Mundial claro). Mas as negociações só aconteceram quando alteraram o menu do jantar (sim porque os bons negócios fazem-se à boa mesa), e o bom do Marcola exigiu que substituissem a pizza por um belo churrasco.
Hoje vi outro caso insólito. No Brasil, nesse grande entrocamento do mundo, uma mulher foi ilibada de co-autora no assassinato do seu esposo porque o seu advogado apresentou uma prova fortissima!
Uma carta de um médium, ditada pelo falecido marido da implicada no processo. Ou seja, a senhora foi a um medium para falar com o marido para saber se ele também a acusava de estar “macumunada” com o amante como a estavam a acusar. Está bem que ele tinha sido morto pelo amante dela mas dai a ela ter organizado tudo com ele ia uma grande diferença.
E como na sessão o marido disse:
-“Não querida, eu não condeno você. Isso são algozes que querem colocar em você, mas para mim você está livre, você nunca mi mataria”
-“Nossa Joeltonzanabilson (o nome do falecido não deve ser esse, mas eu como precisava de manter o anonimato do mesmo nesta peça, arranjei um nome tipico brasileiro) – como você falou bem! Você disse mesmo o quê? Algo-quê?”
-“Algozes querida. É um tranco qui eu estive a ver que querem colocar em voce querida”
-“E para que servi isso?!”
-“Ora muiê, isso não vem pro caso, eu agora posso usar palavras caras porque aqui toda a genti é muito bem-falante e eu já ouvi alguém usando esta palavra e se os outros pode ora eu também pode não é não?”
-“É assim mesmo Joeltonzanabilson mostra ai aos cara quem manda! E já agora, você ai já aprendeu a escrever?
-“Tô aprendendo muiê... tem que ter calma, eu ainda tenho uma eternidade pela frente não posso aprender tudo de uma vez só senão o que vou fazer depois?”
-“É tem razao... mas é pena... porque sabe, seu eu disser no tribunal que você falou comigo e me disse que voce me perdoa e nem me acusa de nada, e além do mais ainda me alertou dizendo que isso são os tais de algozes que querem colocar em mim, ninguém vai acreditar. Porque todo o mundo conhecia você e sabem que você nunca foi dado pra as letras nem pras palavras caras desse jeito.
-“Desculpem interromper – disse o medium – no caso, aí se quiserem, eu posso ajudar e escrevê”
-“Legal cara! Você fazia isso?”
-“Claro, sem pobremas, é só ditar divagarinho que a genti chega lá”
-“Bacano cara! Vamos então aí e não se esqueça dos tais dos algozes tá legal?”
-“Não querida, eu não condeno você. Isso são algozes que querem colocar em você, mas para mim você está livre, você nunca mi mataria”
-“Nossa Joeltonzanabilson (o nome do falecido não deve ser esse, mas eu como precisava de manter o anonimato do mesmo nesta peça, arranjei um nome tipico brasileiro) – como você falou bem! Você disse mesmo o quê? Algo-quê?”
-“Algozes querida. É um tranco qui eu estive a ver que querem colocar em voce querida”
-“E para que servi isso?!”
-“Ora muiê, isso não vem pro caso, eu agora posso usar palavras caras porque aqui toda a genti é muito bem-falante e eu já ouvi alguém usando esta palavra e se os outros pode ora eu também pode não é não?”
-“É assim mesmo Joeltonzanabilson mostra ai aos cara quem manda! E já agora, você ai já aprendeu a escrever?
-“Tô aprendendo muiê... tem que ter calma, eu ainda tenho uma eternidade pela frente não posso aprender tudo de uma vez só senão o que vou fazer depois?”
-“É tem razao... mas é pena... porque sabe, seu eu disser no tribunal que você falou comigo e me disse que voce me perdoa e nem me acusa de nada, e além do mais ainda me alertou dizendo que isso são os tais de algozes que querem colocar em mim, ninguém vai acreditar. Porque todo o mundo conhecia você e sabem que você nunca foi dado pra as letras nem pras palavras caras desse jeito.
-“Desculpem interromper – disse o medium – no caso, aí se quiserem, eu posso ajudar e escrevê”
-“Legal cara! Você fazia isso?”
-“Claro, sem pobremas, é só ditar divagarinho que a genti chega lá”
-“Bacano cara! Vamos então aí e não se esqueça dos tais dos algozes tá legal?”

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