Pernas para que te quero
Hoje ia sendo atropelada mesmo em frente às Amoreiras.
Claro que tinha atravessado a estrada sem prestar atenção, mas vinha distraída e como boa ovelha que sou, segui o resto do rebanho… Só que entretanto o resto do rebanho parou e deu dois passos para trás, mas eu, como estava realmente distraída, não consegui voltar a atrás e lá tive que atravessar a estrada a correr com os carros a aproximarem-se a grande velocidade (quem não conhece que tente passar a Carlos Alberto Mota Pinto às 9.30 da manhã!)
Só que hoje eu estou vestida com uma roupa meio-arabe-meio-não-é-nada, comprida, a arrastar pelo chão mas que de lado tem umas rachas que, e se estiver vento, esvoaça e lá deixa ver as pernas. Ora esta zona das Amoreiras é também conhecida pelas rajadas de vento que sopram de todos os lados levantando tudo desde cabelos a saias.
Bem, mas então estava eu a atravessar a estrada distraidamente, quando acordo e vejo os carros a virem todos na minha direcção em grande velocidade e pensei: JESUS! – tentando medir as distâncias e perceber se seria mais fácil voltar para trás ou tentar chegar ao outro passeio, quando um dos condutores abranda a velocidade obrigando os outros a diminuírem a marcha.
Um suspiro de alívio percorreu todo o meu corpo, enquanto agradecia ao condutor bondoso, quando ele me diz:
- Se não fosse essa perna…
Eu pensei cá para os meus botões (que nesta roupa ainda são alguns): olha, ficava sem ela…
Por isso já sabem, se não quiserem ser atropelados usem as pernas à mostra, ou então podem sempre usar as passadeiras, tal como eu costumo fazer…
Claro que tinha atravessado a estrada sem prestar atenção, mas vinha distraída e como boa ovelha que sou, segui o resto do rebanho… Só que entretanto o resto do rebanho parou e deu dois passos para trás, mas eu, como estava realmente distraída, não consegui voltar a atrás e lá tive que atravessar a estrada a correr com os carros a aproximarem-se a grande velocidade (quem não conhece que tente passar a Carlos Alberto Mota Pinto às 9.30 da manhã!)
Só que hoje eu estou vestida com uma roupa meio-arabe-meio-não-é-nada, comprida, a arrastar pelo chão mas que de lado tem umas rachas que, e se estiver vento, esvoaça e lá deixa ver as pernas. Ora esta zona das Amoreiras é também conhecida pelas rajadas de vento que sopram de todos os lados levantando tudo desde cabelos a saias.
Bem, mas então estava eu a atravessar a estrada distraidamente, quando acordo e vejo os carros a virem todos na minha direcção em grande velocidade e pensei: JESUS! – tentando medir as distâncias e perceber se seria mais fácil voltar para trás ou tentar chegar ao outro passeio, quando um dos condutores abranda a velocidade obrigando os outros a diminuírem a marcha.
Um suspiro de alívio percorreu todo o meu corpo, enquanto agradecia ao condutor bondoso, quando ele me diz:
- Se não fosse essa perna…
Eu pensei cá para os meus botões (que nesta roupa ainda são alguns): olha, ficava sem ela…
Por isso já sabem, se não quiserem ser atropelados usem as pernas à mostra, ou então podem sempre usar as passadeiras, tal como eu costumo fazer…

1 Comments:
hummmm...eu também teria abrandado...eheheheh não só pelas pernas...lol ;-)
No outro dia aconteceu-me o mesmo, lol ía a correr de calções (ou seja de pernas á mostra) e armei-me em esperto e como tenho a mania que sou o "flecha" atravessei a correr com o sinal vermelho, de repente olhei pro lado vem um gajo lançado que me diz assim; "sai da frente oh palhaço!!!!" eheheheh agora tenho corrido sempre de calças de fato treino....eheheheheh
Post a Comment
<< Home